Altifridi já vinha a construir expectativa há algum tempo, e quando um álbum estreia diretamente no topo em Angola e ainda entra no Top 3 em Portugal em 24 horas, isso mostra duas coisas claras: estratégia bem feita e público preparado. Não é só hype, é posicionamento.
Outro ponto importante é o leque de participações. Nomes como Paulelson, Yuri da Cunha e Carla Prata não só aumentam o alcance, como também ajudam o álbum a circular em diferentes públicos e estilos. Isso amplia o impacto e explica, em parte, o desempenho fora de Angola.
Se conseguir manter consistência nas próximas semanas (streams, presença nas redes e talvez videoclipes fortes), “Kiteke” tem tudo para não ser só um bom começo — mas um dos projetos mais marcantes do ano no rap angolano