O kudurista manifestou-se sobre a recente decisão da equipa técnica dos Palancas Negras de restringir as danças e o uso de colunas durante os estágios da Selecção Nacional.
Em entrevista recente, o artista defendeu que a música e a dança sempre fizeram parte da motivação e da identidade da equipa angolana.
Durante a conversa, Scró Que Cuia recordou o ambiente vivido na última edição do , afirmando que a alegria demonstrada pelos jogadores contribuiu para aproximar a selecção dos adeptos. “Nunca fui a favor de proibirem os jogadores de dançar, porque isso é uma motivação para entrarem mais motivados nos jogos. Foi daí que surgiu essa cultura de entrar com a coluna, dançar e criar um bom ambiente”, declarou.
Para o músico, as danças e celebrações tornaram-se uma imagem de marca dos Palancas Negras e não interferem no rendimento desportivo. “Não é por dançarem que vão jogar melhor ou pior. Angola não é a única selecção que dança. Nós vimos isso no CAN, vimos equipas como o Congo, a Costa do Marfim, o Gana e a Nigéria a fazerem exatamente o mesmo. Não tem nada a ver”, concluiu.